
Maurice Lévy (à esquerda) e John Wren (à direita), CEO’s do Publicis Groupe e do Omnicom Group, respectivamente
A repercussão da separação em cada um dos grupos
Maurice Lévy (CEO do Publicis Groupe) se manifestou no mesmo dia da separação por meio de um comunicado informando que os grupos tem trajetórias brilhantes e que a fusão sempre foi vista como uma oportunidade para ambos, não uma necessidade. Segundo Lévy, a decisão de suspender o processo não foi agradável, nem fácil de ser tomada, mas era uma condição necessária. Prolongar a situação poderia levar o Publicis Groupe a se desviar de sua principal função: melhor servir os seus clientes. Lévy acrescentou ainda que a holding francesa continuará acelerando a execução de seu ambicioso plano estratégico.
John Wren (CEO do Omnicom Group) enviou um comunicado interno a dirigentes das empresas integrantes do grupo reconhecendo que, embora soubesse que a operação seria complexa, no início acreditou que o processo de fusão iria demorar pouco mais de seis meses para se concretizar. Ao longo dos últimos nove meses, no entanto, acabou tornando-se cada vez mais evidente que esse período de tempo, necessário para resolver as questões em aberto de ambos os lados, poderia se estender por tempo indeterminado.
Comunicado conjunto divulgado em Paris e Nova York na noite do dia 08/05 (quinta-feira) anuncia o cancelamento da megafusão entre os grupos Publicis (FRA) e Omnicom (EUA) acertada em julho de 2013.
O negócio vinha enfrentando dificuldades em se concretizar, principalmente por causa de disputas internas de gestão, problemas de aprovação regulatória em alguns países e questões fiscais. A nota oficial conjunta credita a desistência às dificuldades em concluir a transação dentro de um razoável espaço de tempo.
As duas partes abrem mão de qualquer obrigação ou taxa relativas à proposta de fusão – o acordo inicial previa multa de US$ 500 milhões caso uma das duas empresas resolvesse rompê-lo de forma unilateral. Apesar da isenção da multa, os tramites preparatórios para a fusão já teriam causado um prejuízo total de aproximadamente US$ 100 milhões, 52 do grupo francês e 48 do americano.
Segundo o comunicado oficial escrito pelos CEO’s Maurice Lévy (Publicis) e John Wren (Omnicom), “Os desafios que ainda restavam a ser superados e o ritmo lento do processo de fusão criaram um nível de incerteza prejudicial aos interesses de ambos os grupos e seus funcionários, clientes e acionistas”. Dessa forma, os dois grupos prosseguem com suas trajetórias independentes e permanecem concorrentes respeitosos um do outro.
A megafusão entre os dois grupos pretendia criar um gigante com valor de mercado de US$ 35 bilhões, superando, assim, o atual líder do ranking global, o britânico WPP.
A repercussão da separação em cada um dos grupos
Maurice Lévy (CEO do Publicis Groupe) se manifestou no mesmo dia da separação por meio de um comunicado informando que os grupos tem trajetórias brilhantes e que a fusão sempre foi vista como uma oportunidade para ambos, não uma necessidade. Segundo Lévy, a decisão de suspender o processo não foi agradável, nem fácil de ser tomada, mas era uma condição necessária. Prolongar a situação poderia levar o Publicis Groupe a se desviar de sua principal função: melhor servir os seus clientes. Lévy acrescentou ainda que a holding francesa continuará acelerando a execução de seu ambicioso plano estratégico.
John Wren (CEO do Omnicom Group) enviou um comunicado interno a dirigentes das empresas integrantes do grupo reconhecendo que, embora soubesse que a operação seria complexa, no início acreditou que o processo de fusão iria demorar pouco mais de seis meses para se concretizar. Ao longo dos últimos nove meses, no entanto, acabou tornando-se cada vez mais evidente que esse período de tempo, necessário para resolver as questões em aberto de ambos os lados, poderia se estender por tempo indeterminado.
União dos grupos Publicis e Omnicom chega ao fim




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